Todo o Dia das Mães é esse desconforto dentro de mim… Mas neste ano eu parei para analisar o porquê disso e assim fiz uma reflexão.

A minha mãe e eu, durante muito tempo, tivemos uma relação complicada. Além de sermos duas pessoas completamente diferentes, eu sempre questionei a maternidade dela: é assim que é ser mãe? Uma mãe não deveria ser diferente dela? Nessa época eu só via as críticas que ela me fazia e nada mais!
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Entre as ironias do destino, sem expectativa ou vontade alguma para tal, nasceu uma outra mãe de forma inesperada: eu! E como muitas mães dizem por aí: “quando você for mãe, você vai entender…” e comigo não foi muito diferente.

E assim vieram alguns entendimentos sobre a Maternidade: a maioria das coisas que a minha mãe fez para mim e que farei para o meu filho, simplesmente não serão lembradas ou vangloriadas por ninguém… e não é uma questão de ser mal agradecida ou coisa do tipo, mas é que a parte mais difícil e cansativa de ser Mãe é o dia-a-dia, é você não ter energia para mais nada e ir para a cozinha preparar algo para o seu filho comer, é você brigar e falar que vai “largar a mão” umas 30 vezes por dia e depois de 15 minutos você estar lá fazendo outra vez.

Hoje eu entendo onde estava o amor da minha Mãe: não estava nas palavras bonitas, porque estas não eram ditas e ainda não são, mas estavam nas ações diárias, pois ser Mãe é isso: é viver nos bastidores e não desistir de estar lá!

Então, um conselho de mãe: dê uma olhada no que a sua mãe faz para você todos os dias, porque estará lá o “grande barato” desta função!

Feliz Dia, que é todo dia, Mães!

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